7.6.08

Arte com café



Todos os meus amigos, sabem que gosto de café, bebo café de manhã, à tarde, pela noite. qualquer hora é boa para beber café...aquele cheirinho do café acabadinho de fazer, supera a minha resistência... O aroma da torra do café, aí então o café burila mesmo comigo, se torra irresistível ... e que me dizem de colocar um grão de café bem torrado na boca e trata-lo como se rebuçado fosse... não sei se sou drogadinho em cafeína se no aroma do café... Hoje coloco aqui um artigo sobre criar "arte com o café... Vamos lá então colocar as mãos no café...

Como Fazer Arte no Café

Apesar de muitos concordarem que fazer um bom café expresso é uma arte, a "arte no café" ("Latte Art", em inglês) se refere aos desenhos feitos na espuma em cima de drinks de café. Se você quiser entrar em contacto com seu barista (expert na preparação do café) interior, a arte no café é uma habilidade importante a ser desenvolvida.

Passos

Coloque leite suficiente para uma xícara na jarra. Coloque o vaporizador no fundo da jarra. Ligue o vapor, e erga o vaporizador devagar até que ele fique próximo a superfície do leite. Abaixe o vaporizador a medida que o leite sobe, para que o vapor saia a 1cm do topo do leite. O leite não deve espirrar muito, e não devem se formar grandes bolhas. Crie um leite aveludado, ao contrário do leite espumoso que fica em cima da maioria dos cafés expressos.

Permita que o leite chegue a uma temperatura de 27 ºC, e coloque o vaporizador no canto da jarra, bem fundo no leite, posicionando a jarra para rodar no sentido anti-horário. Faça isto até que o leite chegue a 65 ºC - 70 ºC. Desligue o vapor e remova o vaporizador e termómetro do leite. Limpe o vaporizador com um pano húmido.

Agite o leite vigorosamente. Se ver alguma bolha, bata a jarra no balcão diversas vezes e volte a agitar o leite por 20 ou 30 segundos. Faça isto enquanto o café está sendo preparado.

Comece a colocar o leite no café expresso. Para criar um padrão de flor, comece a colocar o leite dentro da xícara, a 2 centímetros do fundo. Quando a xícara chegar na metade, balance a jarra para frente e para trás enquanto anda com ela para o canto da xícara. Isto vai fazer o desenho se formar, preenchendo a xícara devagar. Faça este movimento usando o pulso, ao invés de mover a mão.

Quando o leite chegar no topo da xícara, faça rapidamente com que o leite entre no meio do desenho. Use uma quantidade pequena de leite, para evitar que o desenho de flor afunde.

Decore o desenho usando "stencil", pó e espuma do leite. Esse passo é opcional, pois muitos preferem fazer no estilo livre, mas você pode experimentar com a técnica da "gravura".

Dicas

Se quiser fazer um padrão de coração, balance como antes, mas sem mover de volta do mesmo tanto. Forme um círculo, e coloque devagar o leite através do centro para um coração com várias camadas.

Antes de tentar fazer isto com leite, tente primeiro com água fresca, apesar da água não ter a mesma consistência do leite, praticar com água vai lhe dar familiaridade com o ato de derramar o líquido e balançar ao mesmo tempo.

Use leite fresco para cada xícara, mesmo se tiver sobrado leite da xícara anterior.

Comece com leite bem frio - logo acima do ponto de congelamento. Certifique-se de manter as jarras de vapor refrigeradas. Leite frio e jarras de vapor vão lhe dar mais tempo para criar a textura aveludada necessária para a arte no café.

Use uma xícara com uma boca grande. Isto vai permitir desenvolver desenhos no café mais facilmente.

Avisos

Não deixe o leite aquecer a mais de 70 ºC, pois isto afecta o sabor do leite.

Materiais Necessários

Leite Integral.

Café expresso.

Jarra de paredes rectas.

Máquina de expresso com uma forte vaporizador

Xícara de 400 ml

Termómetro

Fontes e Citações

Arte no café e texturização de leite

Artigo sobre "Latte art" na wikipedia

Galeria de arte no café

Demonstrações na arte no café

Arte em Café no siteCoffeegeek.com

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3.6.08

Exposição dos manos Charneca...









Hoje saí do ninho… levantei-me mais cedo, passei pelas obras da “Residência para Seniores” que não andam nem desandam e fui com a namorada ver uma exposição de pintura, exposição essa que os manos Charneca têm na Fundação Eugénio de Almeida, mais propriamente no “Museu das Carruagens”, queiram acreditar ou não, nunca lá tinha colocado os pés… vos digo que gostei e muito, do que vi… a exposição dos quadros do meu amigo Francisco Charneca e de seus irmãos. Aos visitantes desta página que não se podem deslocar a Évora, aconselho que visitem e a página dos maninhos em http://charneca.net/ e em especial a obra do Francisco em http://charneca.net/francisco/acervo.html verão que a sugestão que lhes dou, é muito boa. O Francisco é um pintor sério de largo curriculum, radicado lá para os lados do “Pantanal”, com assento na Academia de Belas Artes Brasileira, mas nunca esquecendo a terrinha natal, pintor multifacetado, percorrendo a sua obra alguns estilos desde a aguarela ao acrílico.

A Rosa, então, ficou admirada com as obras apresentadas pelos irmãos Charneca, pintura que não conhecia.

Na caminhada que tomámos até ao largo Dr.Mario Chicó, levou-nos a entrar pelas portas da Lagoa até ao Largo Luiz de Camões daí à Praça do Sertório, levantar um livro nos Correios, beber um café na esplanada, voltar ao caminho para passar junto ao Templo a Diana e andar para as traseiras da Sé onde fica o Museu das Carruagens. Mas não deixamos de reparar, como a cidade já está cheia de turistas. Oriundos de todas as partes deste planeta… Fico acreditando, que se outros planetas forem habitados por seres inteligentes e por mais bizarros, na sua aparência, os mesmos vêm fazer turismo a esta bela cidade.

A exposição das “Obras”, estava bem enquadrada… os quadros apresentados são de uma lavra fantástica. O Francisco apresentou, como base da sua mostra, temas campestres da nossa terra, ele retratou como ninguém a “montaria” (caça ao Javali), já um dos irmãos se debruçou mais nas aguarelas e o outro nas facas de “montaria” quais punhais de época medieval.

Claro que aproveitei para ver as carruagens e equipamentos apresentados na sala ao lado, onde o sinal mais, não era o cavalo mas o meio de transporte em si.

Grato, duplamente assim fiquei ao meu amigo Francisco, pelo honroso convite que tive a prazer de receber, não só pela primorosa exposição dos manos, mas também por vir a conhecer um lugar de visita, por onde ainda não tinha passeado os olhos.

Obrigado Francisco Charneca e grande abraço deste teu amigo